Você está prestes a enfrentar um grande desafio e, para se sair bem, precisa basear sua rotina de estudos em dois pilares que facilitarão o seu processo de aprendizagem. São eles: disciplina e organização. A primeira ajuda a melhorar o seu desempenho através do planejamento organizado e perseverante. Ela necessita que siga regras pré-determinadas e mantenha o foco e o autocontrole. Já a segunda consiste em priorizar tarefas e disciplinas para que se dedique nos conteúdos em que mais sente dificuldade, ajudando a vencer as barreiras que o impedem de alcançar seus objetivos.

Esses dois elementos serão seus norteadores se elaborar um plano de estudo, criando um roteiro claro, objetivo e exequível, que maximizarão seu desempenho cognitivo. Não tente estudar de forma aleatória, pois a organização dos assuntos será a diferença entre seu sucesso ou fracasso.

Na elaboração do texto dissertativo exigido, para que consiga equilibrar seus compromissos pessoais e educacionais, crie uma estratégia que permita otimizar o tempo e facilitar o seu aprendizado, retendo o conhecimento necessário.

Quando você consegue colocar essas atitudes em prática, evita alguns imprevistos, além de manter o foco, impedindo o surgimento do estresse e da ansiedade. Tenha sempre um ritmo de estudo consistente e equilibrado e estabeleça metas realizáveis, evitando a procrastinação. Assim, não se perderá no caminho, pois saberá exatamente aquilo do que precisa e na hora certa, elevando sua produtividade.

Elabore um plano de estudo, colocando a disciplina em que mais sente dificuldade como prioritária e para as que possui mais facilidade, reserve um tempo de estudo menor. Dessa forma, evitará o esgotamento mental e conseguirá filtrar e processar os conteúdos com mais eficácia.

 

Como ter disciplina e organização

 

ü  Tenha uma rotina, mesmo que pareça difícil diante da correria diária.

ü  Evite a procrastinação, afinal estará acumulando tarefas.

ü  Tenha objetivos claros, coerentes e concretos.

ü  Durma bem e faça refeições saudáveis a cada três horas.

ü  Use a técnica Pomodoro. Tenha períodos de foco, seguidos por breves intervalos de descanso.

ü  Pratique o “Eat That Frog”. Realize a tarefa mais difícil com a sua mente descansada. Geralmente, no início do dia, temos mais clareza e energia mental.

ü  Desenvolva o método Robinson, também conhecido como EPL2R, que consiste em:

ü  E (explorar): fazer uma leitura superficial do conteúdo abordado.

ü  P (perguntar): fazer perguntas sobre o que foi estudado, respondendo a seguir.

ü  L (ler): ler o conteúdo de forma concentrada e minuciosamente.

ü  R (rememorar): fazer anotações das partes relevantes e resumi-las posteriormente.

ü  R (revisar): fazer a revisão de tudo que foi estudado.

 

 

Como elaborar um plano de estudo

 

É chegada a hora de colocar em prática seus conhecimentos para assimilar o conteúdo da apostila integralmente. Para isso, precisará de planejamento, disciplina e organização para identificar os conteúdos nos quais possui facilidade ou dificuldade.

Para começar um bom planejamento, precisará respeitar seus limites para manter a concentração, a motivação e o desempenho necessários para alcançar seus objetivos. Lembre-se de manter o foco durante os momentos de estudo e pratique os métodos sugeridos (Pomodoro, Eat That Frog e Robinson).

A repetição é um caminho que pode ser seguido para facilitar a memorização, após montar um plano de estudo eficaz. Para isso, que tal seguir as sugestões abaixo?!

 

Ø  Defina o tempo que terá disponível, fazendo um cronograma executável.

Ø  Organize uma rotina de estudos, estabelecendo horários fixos e distribuindo harmonicamente o conteúdo em uma planilha.

Ø  Organize os materiais, tendo tudo de que precisa sempre por perto.

Ø  Identifique as matérias em que mais tem dificuldade e reserve um tempo de estudo maior para elas, fazendo fichamentos e praticando exercícios de fixação a partir do que foi cobrado em exames anteriores.

Tenha intervalos de descanso e reserve um tempo para revisões e não se esqueça de usar os fichamentos. Não se esqueça de incluir períodos de relaxamento, pois é, nesses momentos, que surgem os “insights”.